quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Como vivem as minhocas e o que elas fazem?

 Montando um minhocário

Material necessário:

1 pote de vidro ou aquário;
Areia;
Terra;
Minhocas;
Folhas secas;
Cascas de frutas;
Água;
1 Cartolina preta;
Fita adesiva.

Passo-a-passo:

Encha o frasco com camadas de terra e areias, as camadas de areia devem ser um pouco mais finas que as camadas de terra;
Coloque sobre a terra algumas cascas de frutas e cubra com folhas secas;
Coloque as minhocas sobre as folhas;
Regue o minhocário depois que as minhocas forem para debaixo das folhas;
Coloque a cartolina preta em volta do frasco para proteger as minhocas da luz;
Observe o minhocário e não se esqueça de regar uma vez por dia;

Após alguns dias os caminhos feitos pelas minhocas vão poder ser vistos.

quinta-feira, 21 de junho de 2012


Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/pratica-pedagogica/manutencao-vida-623274.shtml

 Olá professores!!!



Manutenção da vida


Entender os aspectos envolvidos na sobrevivência das espécies e conhecer as funções vitais para manutenção da vida.

- Seres vivos.
- Fotossíntese.
- Nutrição.
- Características adaptativas.
- Fatores limitantes.



Material necessário
Adubo líquido NPK 4-14-8, sementes de feijão, terra vegetal, cinco potes plásticos de 150 ml ou copos vazios de iogurte, uma garrafa PET transparente de 2,5 litros com a parte estreita cortada (altura de 26 cm), um pedaço de filme plástico PVC, imagens variadas de animais em diferentes habitats (para selecioná-las, use como critério diferentes formas de locomoção) e imagens de ambientes com características distintas, como floresta tropical e caatinga.


Desenvolvimento
Oriente a turma a preparar cinco amostras de plantação de feijão (um vegetal de crescimento rápido, ideal para esse tipo de experimento), colocando três sementes em cada um dos recipientes já com terra vegetal. As sementes não devem ser muito enterradas, pois isso comprometeria a germinação. Basta espalhá-las e cobri-las levemente com a terra. Programe regas periódicas (60 ml de água a cada três dias) e certifique-se de que os potes fiquem em um local que receba iluminação. Quando as plantas alcançarem aproximadamente 7 centímetros de altura, peça aos alunos para enumerar os potes.

Explique que cada uma das amostras deve ser submetida às seguintes condições: 1) Manutenção das regas e da iluminação (planta controle);
2) Ausência quase total de iluminação e ventilação, mas com regas periódicas - para tal, o pote deve ser guardado em uma caixa fechada com um furo central de 1,5 centímetro de diâmetro na lateral;
3) Manutenção da iluminação e ausência de regas;
4) Acréscimo de duas gotas de NPK (adubo) diluído em 60 ml de água e manutenção das regas e da iluminação;
5) Apenas uma rega e, depois dela, inserção do pote na garrafa PET cortada e fechada com o filme plástico.

Peça que os estudantes ilustrem a situação dos potes com um desenho de observação - eles devem ser tão realistas quanto possível ao reproduzir em seus registros características como forma, coloração e disposição do caule e das folhas. Em seguida, solicite que tentem prever o que vai acontecer com cada amostra. Ajude-os a elaborar as previsões com perguntas to tipo: "Haverá diferença no desenvolvimento das cinco plantas?". As crianças devem registrar individualmente suas hipóteses em uma tabela como a do modelo a seguir.

Situação
O que vai acontecer?
O que aconteceu?
1) Planta controle


2) Planta na caixa com furo


3) Planta com privação de água


4) Planta adubada


5) Planta com privação de água na garrafa PET




Depois de duas semanas, discuta com as crianças o que aconteceu. 
São esperados os seguintes resultados:
A planta 1 (controle) se desenvolveu, mas o crescimento foi inferior ao da planta 4 (adubada com as duas gotas de NPK). Pergunte o porquê dessa diferença. A justificativa dos estudantes deve estar fundamentada na condição nutricional privilegiada;
A planta 2 (colocada na caixa com um furo central) verteu seu crescimento na direção ao orifício. Aproveite a oportunidade para discutir a importância da luz no desenvolvimento das plantas;
A 3 e 5  merecem uma investigação conjunta, pois ambos foram privados de água. As duas plantas devem ter definhado, embora a do pote 5 provavelmente esteja em melhor estado graças à umidade preservada pela garrafa, que acabou funcionando como uma espécie de estufa. Desafie os alunos a explicar a diferença no desenvolvimento de cada uma.

As diferenças no desenvolvimento das plantas observadas na 1ª etapa e peça que os alunos reflitam sobre as variáveis ambientais (luz, temperatura, aridez ou abundância de água etc.).
Organize as imagens de ambientes com características distintas e peça que os alunos apontem semelhanças e diferenças. Em seguida, solicite que façam uma pesquisa sobre quais animais e plantas são espécies características de cada um desses ambientes. Oriente-os a buscar informações sobre as adaptações ao meio. Por exemplo: vegetais com grande capacidade de armazenar água e répteis com o corpo coberto de escamas são típicos de regiões áridas. Sem adequações desse tipo à escassez de água e ao calor, essas espécies não sobreviveriam.



terça-feira, 5 de junho de 2012

Boa Tarde professores!

Pesquisadores em foco


Johann Friedrich Theodor Müller


Nascido na aldeia de Windischolzhausen, na Alemanha, em 31 de março de 1822, Johann Friedrich Theodor Müller, Fritz Müller como ficou conhecido, era uma pessoa simples, apaixonado pela natureza e firme em suas convicções.
Estudou farmacologia, matemática e ciências naturais. Aos 22 anos recebeu o grau de Doutor em Filosofia.
Em 1845 inscreveu-se num concurso para professor ginasial em Erfurt. Logo ao iniciar a ca

rreira, teve que fazer uma triste escolha e por jamais ser hipócrita abandonou a profissão, pois as perseguições políticas impunham-lhe ensinar somente o que o governo queria, o que não era de seu agrado.

Após deixar de lecionar, Fritz Müller foi estudar medicina, concluindo o curso em 1849. Mas novamente o seu sonho foi interrompido. Por sua opção de não ser mais cristão, negou-se a pronunciar palavras cristãs no momento em que colaria grau, o que lhe impediu de ganhar o diploma e exercer a medicina. Voltou então a lecionar, mas desta vez como professor particular.

Em maio de 1852, após ler um livreto em que Dr. Blumenau divulgava a colônia no Brasil, juntou a família e o irmão August Müller e embarcou para o Brasil.

Chegando na Colônia de Blumenau em 22 de agosto de 1852, atracaram no rio Itajaí-Açu, onde atualmente encontra-se a ponte de ferro, os irmãos Müller, logo tomaram posse das terras que havia comprado no Garcia.
Nos primeiros anos em que morou na Colônia, Fritz Müller ajudou a construí-la, pesquisando a fauna e a flora, atendendo os casos mais urgentes na área da saúde e mantendo

um relacionamento amigável com os índios.
Mas Dr. Blumenau sentia-se incomodado com o comportamento do Sábio, pois suas convicções políticas e o descompromisso com a religião poderiam influenciar os colonos. Sendo assim, ele logo tratou de conseguir uma vaga para professor de matemática em Desterro (Florianópolis) e apesar de saber quais eram as verdadeiras intenções de Dr. Blumenau, Fritz Müller aceitou o cargo com boa vontade.
Ao longo de sua vida Fritz Müller recebeu diversos títulos, entre eles o de Dr. Honoris Causa, conferido pela Universidade de Tübingen na Alemanha.
O sábio e simples Fritz Müller faleceu em 21 de maio de 1897, aos 75 anos, na casa de sua filha Johanna em Blumenau.

Contribuição para ciência

A transferência de Fritz Müller para o litoral beneficiou enormemente a ciência, uma vez que a maioria das observações e grande parte da obra deste verdadeiro “biólogo” foram realizadas nas praias de Santa Catarina. Estudou vários organismos marinhos, com destaque para os crustáceos, dando uma especial contribuição à carcinologia.
Além de representar um dos naturalistas mais importantes de sua época, Fritz Müller foi o primeiro a testar em campo as idéias de Darwin. Utilizou como objetos de estudo crustáceos marinhos, o que resultou em estudos comparativos de embriologia, ontogenia, ecologia, fisiologia e morfologia.
Identificou e descreveu, pela primeira vez, com notável perfeição, um número enorme de espécies de invertebrados marinhos, dulcícolas e terrestres, além de plantas da região subtropical, sempre enriquecendo suas descrições com magníficas ilustrações de incrível detalhamento.

O fruto deste longo e minucioso estudo resultou num livro de excepcional riqueza de observações originais, intitulado Für Darwin (Pró-Darwin). O livro foi publicado em Leipzig, Alemanha, em 1864 (por W. Engelmann), cinco anos apenas após a publicação da “Origem das Espécies“ de Darwin e ajudou a propagar e defender a teoria darwiniana, que tinha suscitado forte reação contrária neste país.

Curiosidades

Darwin teve acesso ao livro de Fritz Müller em 1865, um ano após sua publicação, e percebeu imediatamente o inestimável suporte que esta obra representava às suas idéias e ele próprio providencia (com autorização de Fritz Müller) sua tradução para o inglês (por W.S. Dallas), sendo este publicado integralmente em 1869, sob o título de Facts and Arguments for Darwin. Inicia-se então uma intensa troca de correspondências entre os dois grandes naturalistas, durando 17 anos, até a morte de Darwin em 1882, embora ambos nunca tenham se conhecido pessoalmente (apenas por cartas e fotos).

Fonte: http://evolucionismo.org/profiles/blogs/fritz-mueller-do-brasil-para

terça-feira, 15 de maio de 2012


Olá professores!!!

Fonte-Livro: 50 coisas simples que as crianças podem fazer para salvas o mundo. Editora José Olympio,2007.


Em seu próprio quintal


Adivinhe:
O que um pé de hibisco vermelho atrairá para o seu quintal?
A) Criaturas de espaço  B) Borboletas  C) Ursos pardos



Onde vivem os animais silvestres? Na selva? Sim.
Na floresta? Hum-hum. No deserto? Pode apostar.
Mas adivinhe só – eles também vivem nas cidades, nos subúrbios, em quintais.
Animais silvestres? Sim!
Esquilos, pássaros, borboletas e uma grande quantidade de outras criaturas vivem perto das pessoas. Todos fazem parte da Terra selvagem e maravilhosa. E você Pode ajudá-los.












Você sabia?
·         Plantar flores, árvores ou arbustos é um ótimo modo de proporcionar alimento abrigo aos animais em seu próprio quintal.
·         Por exemplo: você pode atrair as borboletas com flores de cores bem vivas.
·         Os beija-flores adoram as flores vermelhas.
·         Os morcegos e as mariposas adoram as flores brancas e de cheiro adocicado.
·         Algumas flores chamadas sazonais são uma enorme atração para os pássaros. Por quê? Porque tem muitas sementes... e você sabe como os pássaros gostam de sementes! Os girassóis, zínias e os ásteres são flores sazonais.

O que você pode fazer

·         Projete e plante um jardim – ou um peitoril de janela – cheio de flores, que atrairão animais para o seu quintal.
·         Comece uma pilha de galhos (arbustos, ramos etc.) para os pequenos animais usarem como abrigo. É mais provável que os animais o visitem, se souberem que podem se esconder quando for preciso.
·         Entre em contato com uma loja de plantas ou florália perto de você, para descobrir quais as plantas que proporcionarão alimento e boa cobertura para os animais silvestres que você quer ter como vizinhos.

Veja por si mesmo
·         A reserva biológica de poço das antas faz um trabalho sobre a vida dos animais silvestres.
Escreva para: Caixa postal 49, silva Jardim, CEP 28820, RJ.